{"id":162370,"date":"2026-07-06T14:57:00","date_gmt":"2026-07-06T17:57:00","guid":{"rendered":"https:\/\/articulando.com.br\/?p=162370"},"modified":"2026-07-06T14:57:00","modified_gmt":"2026-07-06T17:57:00","slug":"megalodon-gigantes-do-extinto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/articulando.com.br\/?p=162370","title":{"rendered":"MEGALODON GIGANTES DO EXTINTO"},"content":{"rendered":"\n<div>\n<p>A redescoberta de um impressionante f\u00f3ssil de v\u00e9rtebras gigantes do extinto Megalodon (Otodus megalodon), que estava desaparecido desde a d\u00e9cada de 1980, est\u00e1 ajudando os cientistas a entender um pouco mais sobre o maior tubar\u00e3o conhecido. O material ficava armazenado no Museu Geol\u00f3gico de Copenhague, hoje incorporado ao Museu de Hist\u00f3ria Natural da Dinamarca, mas, depois de ser citado em um estudo cient\u00edfico, acabou sendo extraviado do laborat\u00f3rio onde se encontrava. Por isso, durante d\u00e9cadas, sua exist\u00eancia foi conhecida apenas por fotografias.<\/p>\n<p>A redescoberta do f\u00f3ssil de 10,8 milh\u00f5es de anos aconteceu de forma inesperada no fim da d\u00e9cada de 2010, quando um funcion\u00e1rio do museu encontrou acidentalmente caixas contendo os f\u00f3sseis desaparecidos. O material foi ent\u00e3o reexaminado pelas pesquisadoras Mette Elstrup e Trine Sorensen, do Museu do Sul da Jutl\u00e2ndia, em parceria com Henrik Lauridsen, da Universidade de Aarhus. Ele foi finalmente descrito no \u00faltimo domingo, 28, na revista Palaeontologia Electronica, conforme informa\u00e7\u00f5es do portal Galileu.<\/p>\n<p>Como destaca a fonte, o Megalodon viveu em praticamente todos os oceanos entre 15 milh\u00f5es e 3,6 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s e \u00e9 estimado em at\u00e9 24,3 metros de comprimento e cerca de 94 toneladas. O esp\u00e9cime redescoberto, vale ressaltar, teve papel fundamental nas estimativas de tamanho e peso da esp\u00e9cie. Como ainda n\u00e3o foram encontrados esqueletos completos de Megalodon, os cientistas utilizam o di\u00e2metro das v\u00e9rtebras para calcular suas dimens\u00f5es corporais. A compara\u00e7\u00e3o foi feita com outro conjunto relativamente completo de v\u00e9rtebras encontrado na B\u00e9lgica, atribu\u00eddo a um indiv\u00edduo de aproximadamente 16,4 metros de comprimento.<\/p>\n<p>\u201cO esp\u00e9cime n\u00e3o s\u00f3 representa a maior v\u00e9rtebra de tubar\u00e3o conhecida at\u00e9 o momento, como tamb\u00e9m a maior v\u00e9rtebra de peixe j\u00e1 registrada, de que temos conhecimento\u201d, afirmou Kenshu Shimada, professor de paleobiologia da Universidade DePaul, nos Estados Unidos, e autor principal do estudo.<\/p>\n<p><strong>Humberto G. Aliperti<\/strong><br \/><strong>Editor Jornalista<\/strong> <strong>HostingPRESS Ag\u00eancia de Not\u00edcias de S\u00e3o Paulo<\/strong><br \/>Conte\u00fado distribu\u00eddo por nossa Central de Jornalismo<br \/>Reprodu\u00e7\u00e3o autorizada mediante cr\u00e9dito da fonte<br \/>Portal criado para conectar os leitores da regi\u00e3o ao melhor conte\u00fado<br \/>Somos l\u00edderes de audi\u00eancia local. Somos sociais.\u00a0Conecte-se conosco.<\/p>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A redescoberta de um impressionante f\u00f3ssil de v\u00e9rtebras gigantes do extinto Megalodon (Otodus megalodon), que estava desaparecido desde a d\u00e9cada de 1980, est\u00e1 ajudando os cientistas a entender um pouco mais sobre o maior tubar\u00e3o conhecido. O material ficava armazenado no Museu Geol\u00f3gico de Copenhague, hoje incorporado ao Museu de Hist\u00f3ria Natural da Dinamarca, mas,<\/p>\n","protected":false},"author":814,"featured_media":162371,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[32,1],"tags":[],"class_list":["post-162370","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-brasil","category-todas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/162370","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/814"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=162370"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/162370\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/162371"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=162370"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=162370"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/articulando.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=162370"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}